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SÍMBOLOS E GESTOS SIMBÓLICOS |
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Costumamos dizer que a bandeira nacional é símbolo da pátria. Isto quer dizer que quando você vê ou toca a bandeira, logo seu pensamento voa até o país que ela representa, por exemplo o Brasil, sua extensão, as matas, os rios, as riquezas, o povo, enfim tudo o que faz parte do Brasil. E se alguém ofender a bandeira, mexe com seu sentimento patriótico.
Gestos simbólicos são ações que têm a mesma função do símbolo, isto é, nos transportam para outra dimensão, outra realidade, que porém tem relação com o gesto simbólico. Por exemplo, no início e no fim da missa o padre traça sobre si o sinal-da-cruz, enquanto diz as palavras "Em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo". É um gesto simbólico, que nos remete à Santíssima Trindade a quem invocamos nesses momentos. A seguir vamos explicar brevemente alguns sinais ou símbolos cristãos utilizados com freqüência na liturgia.
Este sinal é formado por duas letras do alfabeto grego (X+P) e correspondem ao C e R da língua portuguesa. Ajuntando as duas, formavam-se as iniciais da palavra CRISTÓS: Cristo. Com freqüência este sinal aparece nos paramentos dos padres, no ambão, na porta do sacrário e na hóstia.
IHS: são as iniciais das palavras latinas Iesus Hominum Salvator, que significam: Jesus Salvador dos Homens. Geralmente são empregadas nas portas dos tabernáculos e nas hóstias.
PEIXE: símbolo de Cristo. No início do cristianismo, em tempos de perseguição, o peixe era o sinal que os cristãos usavam pra representar o Salvador. É que as iniciais da palavra peixe na língua grega - IXTYS - explicavam quem era Jesus: IESÚS CRISTÓS TEÓS YÓS SOTÉR: Jesus Cristo, Filho de Deus Salvador.
As letras INRI são as iniciais das palavras latinas Iesus Nazarenus Rex Iundaeorum, que significam: Jesus de Nazaré Rei dos Judeus. O Evangelho de João nos informa que essas palavras estavam escritas em três línguas (hebraico, latim e grego) sobre a cruz de Jesus (cf. João, 19,19).
TRIÂNGULO: com três ângulos iguais (equiláteros) representa a Santíssima Trindade (Pai, Filho e Espírito Santo).
conclusão: Os símbolos falam por si e têm grande poder de comunicação. Podemos escolher os símbolos para as celebrações, mas não devemos explicá-los, porque, à medida que explicamos, empobrecemos seus significados e encurtamos o seu alcance. Cada pessoa será atingida pelo símbolo conforme sua compreensão, sua história de vida, sua situação no momento atual. Um símbolo bem aproveitado nas celebrações poderá ser suficiente para atingir os objetivos desejados pela equipe de liturgia.
fonte figuras e gifs animadas: páginas da Internet |